segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Que lindo O Quebra Nozes! E aqui, em Brasília!


Nessa última sexta-feira, tive o grande privilégio de assistir a apresentação do clássico O Quebra Nozes da Moscow City Ballet, companhia que detém reconhecimento internacional pela sua perfeição técnica.
Fundada em 1988 por Victor Smirnov-Golovanov, coreógrafo e ex-primeiro bailarino do Ballet Bolshoi, é, atualmente, uma das mais respeitadas companhias de dança da Rússia.
E desde o final de outubro está no Brasil, apresentando quatro balés de repertórios completos, escolhidos entre os principais clássicos da dança: O Quebra Nozes, O Lago dos Cisnes, Romeu e Julieta e Cinderela.
Para Brasília, escolheram apresentar O Quebra Nozes, nos dias 21 e 22.
Contando com mais de cinqüenta bailarinos, a companhia é integrada por jovens formados nas melhores academias de dança e escolas da Rússia e da Ucrânia, aí incluídas as de Moscou, São Petersburgo, Perm, Kiev, etc.

O Quebra Nozes
Música: Tchaikovsky
Coreografia: Marius Petipa e Lev Ivanov
Um dos mais famosos balés de repertório, com várias produções, este balé se tornou um dos mais lembrados para a época do natal.
A história se passa na Europa Oriental, durante o século XIX. Um médico e prefeito da cidade realiza um Natal para sua família e amigos. Seus dois filhos, Clara e Fritz, esperam ansiosos por seus convidados. A neve traz uma atmosfera festiva enquanto os convidados chegam. Atrasado, como sempre, chega o padrinho de Clara, que diverte a todos os convidados com suas mágicas.
Todas as crianças recebem presentes. Clara pergunta a seu padrinho por seu presente. Ele brinca com ela e depois a oferece um presente bem diferente, um boneco quebra-nozes. Encantada, Clara logo se fascina pelo brinquedo. Seu irmão rouba seu presente e o quebra, deixando Clara desapontada. O padrinho conserta o pobre quebra-nozes e promete que tudo ficará bem.
A noite chega e os convidados começam a deixar a casa. Clara vai para a cama, mas acorda de repente no meio da noite e vê seu querido quebra-nozes tomar vida. Surgem ratos malvados de todos os lados! Eles estão sendo comandados pelo Rei dos Ratos, que corajosamente é derrotado pelo quebra-nozes. De lá eles são transportados para uma terra de magia, numa embarcação especial. O quebra-nozes então se transforma num encantador príncipe.
Eles atravessam uma terra encantada onde encontram os dançantes flocos de neve. Avisada pelos anjinhos, a Fada Açucarada fica sabendo que o príncipe e sua acompanhante chegam, e assim convoca todo o povo de seu Reino dos Doces. Ao chegar, o príncipe conta suas aventuras como quebra-nozes, e em seguida os dois são deliciados com as mais gostosas guloseimas, com todos os personagens do reino dos doces dançando para eles.
Clara começa a se sentir sonolenta até adormecer de novo. Na manhã seguinte, quando seus pais acordam, encontram Clara dormindo embaixo da árvore, abraçada ao quebra-nozes. Quando acorda, sabe que seu presente de Natal foi uma linda viagem, em forma de sonho, e que sonho!!!
(com algumas interpretações bastante peculiares pela Companhia, mas que acompanharam perfeitamente a trama original)

(...)
Tinha decidido não comentar, mas aí vai... o público daqui, certo que não em sua totalidade, não responde de forma adequada a esse tipo de espetáculo. Até perdoaria se não existisse nos dias de hoje a rede mundial de computadores, onde se pode ter ao menos noções sobre qualquer assunto, e, considerando o preço do ingresso, com certeza, todas aquelas pessoas possuem de uma forma ou de outra acesso à internet. Então, se não conheciam a história, poderiam ao menos terem a curiosidade e pesquisar, e não ficarem assim, digamos, tão perdidos...Além de ser, é claro, muito mais interessante entender aquilo que o(s) balairino(s) querem expressar com seus movimentos. Essas pessoas têm dinheiro, mas, infelizmente, são aculturadas, e porque simplesmente não se interessam em aprender. ...
E assim tivemos alguns aplausos fora de hora, o que poderia desconcentrar os artistas, saída entre um ato e outro, por pensarem que acabara a apresentação, e o pior, eu acho, na ânsia de sairem antes de todo mundo, deram as costas aos bailarinos, antes que as cortinas se fechassem e estes recebessem os merecidos aplausos, para enfim saírem de cena. Estes que saíram antes dos demais, subiram a rampa lateral de entrada da Villa-Lobos e ficaram alí "entalados", de cara pra porta fechada, não sabendo que a saída era ao lado, e que se abre em seu devido momento.
Bem feito!!!

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Um pouquinho de verde esperança...


Estou procurando a trepadeira Sapatinho-de-Judia para plantar na minha varanda.
Já fui em várias floriculturas de Brasília, mas não consegui encontrá-la. Muitos conhecem a planta, mas não a vendem nos estabelecimentos. Pesquisei os cuidados que a mesma exige e com certeza, lá, ficaria um charme!
Infelizmente, se não conseguir encontrá-la vou ter que plantar outro arbusto, e o mais provável será um boungaville, ou primavera, para muitos. Muito lindo também!...
Ultimamente estou vivendo uma vida bastante light e despreocupada, apesar de alguns probleminhas pendentes esperando pela devida solução. Mas...
E preciso voltar a estudar (isso às vezes me tira o sono!) , mas vou deixar para o ano que vem, depois das férias.
Estava fazendo uma pós, mas como papai adoesceu, tive que ficar com ele no hospital e acabei perdendo muitas aulas. Além disso, não conseguia me concentrar, e assim, depois de muito pesar, optei por desistir.
Até o momento só organizei parte do material necessário para o estudo do concurso que farei daqui a três anos, mas o importante, acho, é que sei exatamente o que quero e isso já me ajuda muito. Sempre fui boa concurseira, e consigo estudar o dia todo, se precisar...
Apesar da vida tranqüila, não estou me sentindo muito feliz. A sensação é de que existe um enorme vazio dentro de mim. Já comprei passagem para as comemorações de final de ano, pois não gosto de ficar em Brasília, no reveillon, mas espero ficar mais animada, quando chegar o momento.
Além disso, estou testando umas receitinhas novas...
Levando uma vida de dona de casa... , mas que, como já disse prá mamãe, sem futuro...
Que venha, então, 2009!