
Nessa última sexta-feira, tive o grande privilégio de assistir a apresentação do clássico O Quebra Nozes da Moscow City Ballet, companhia que detém reconhecimento internacional pela sua perfeição técnica.
Fundada em 1988 por Victor Smirnov-Golovanov, coreógrafo e ex-primeiro bailarino do Ballet Bolshoi, é, atualmente, uma das mais respeitadas companhias de dança da Rússia.
E desde o final de outubro está no Brasil, apresentando quatro balés de repertórios completos, escolhidos entre os principais clássicos da dança: O Quebra Nozes, O Lago dos Cisnes, Romeu e Julieta e Cinderela.
Para Brasília, escolheram apresentar O Quebra Nozes, nos dias 21 e 22.
Contando com mais de cinqüenta bailarinos, a companhia é integrada por jovens formados nas melhores academias de dança e escolas da Rússia e da Ucrânia, aí incluídas as de Moscou, São Petersburgo, Perm, Kiev, etc.
O Quebra Nozes
Música: Tchaikovsky
Coreografia: Marius Petipa e Lev Ivanov
Um dos mais famosos balés de repertório, com várias produções, este balé se tornou um dos mais lembrados para a época do natal.
A história se passa na Europa Oriental, durante o século XIX. Um médico e prefeito da cidade realiza um Natal para sua família e amigos. Seus dois filhos, Clara e Fritz, esperam ansiosos por seus convidados. A neve traz uma atmosfera festiva enquanto os convidados chegam. Atrasado, como sempre, chega o padrinho de Clara, que diverte a todos os convidados com suas mágicas.
Todas as crianças recebem presentes. Clara pergunta a seu padrinho por seu presente. Ele brinca com ela e depois a oferece um presente bem diferente, um boneco quebra-nozes. Encantada, Clara logo se fascina pelo brinquedo. Seu irmão rouba seu presente e o quebra, deixando Clara desapontada. O padrinho conserta o pobre quebra-nozes e promete que tudo ficará bem.
A noite chega e os convidados começam a deixar a casa. Clara vai para a cama, mas acorda de repente no meio da noite e vê seu querido quebra-nozes tomar vida. Surgem ratos malvados de todos os lados! Eles estão sendo comandados pelo Rei dos Ratos, que corajosamente é derrotado pelo quebra-nozes. De lá eles são transportados para uma terra de magia, numa embarcação especial. O quebra-nozes então se transforma num encantador príncipe.
Eles atravessam uma terra encantada onde encontram os dançantes flocos de neve. Avisada pelos anjinhos, a Fada Açucarada fica sabendo que o príncipe e sua acompanhante chegam, e assim convoca todo o povo de seu Reino dos Doces. Ao chegar, o príncipe conta suas aventuras como quebra-nozes, e em seguida os dois são deliciados com as mais gostosas guloseimas, com todos os personagens do reino dos doces dançando para eles.
Clara começa a se sentir sonolenta até adormecer de novo. Na manhã seguinte, quando seus pais acordam, encontram Clara dormindo embaixo da árvore, abraçada ao quebra-nozes. Quando acorda, sabe que seu presente de Natal foi uma linda viagem, em forma de sonho, e que sonho!!!
Um dos mais famosos balés de repertório, com várias produções, este balé se tornou um dos mais lembrados para a época do natal.
A história se passa na Europa Oriental, durante o século XIX. Um médico e prefeito da cidade realiza um Natal para sua família e amigos. Seus dois filhos, Clara e Fritz, esperam ansiosos por seus convidados. A neve traz uma atmosfera festiva enquanto os convidados chegam. Atrasado, como sempre, chega o padrinho de Clara, que diverte a todos os convidados com suas mágicas.
Todas as crianças recebem presentes. Clara pergunta a seu padrinho por seu presente. Ele brinca com ela e depois a oferece um presente bem diferente, um boneco quebra-nozes. Encantada, Clara logo se fascina pelo brinquedo. Seu irmão rouba seu presente e o quebra, deixando Clara desapontada. O padrinho conserta o pobre quebra-nozes e promete que tudo ficará bem.
A noite chega e os convidados começam a deixar a casa. Clara vai para a cama, mas acorda de repente no meio da noite e vê seu querido quebra-nozes tomar vida. Surgem ratos malvados de todos os lados! Eles estão sendo comandados pelo Rei dos Ratos, que corajosamente é derrotado pelo quebra-nozes. De lá eles são transportados para uma terra de magia, numa embarcação especial. O quebra-nozes então se transforma num encantador príncipe.
Eles atravessam uma terra encantada onde encontram os dançantes flocos de neve. Avisada pelos anjinhos, a Fada Açucarada fica sabendo que o príncipe e sua acompanhante chegam, e assim convoca todo o povo de seu Reino dos Doces. Ao chegar, o príncipe conta suas aventuras como quebra-nozes, e em seguida os dois são deliciados com as mais gostosas guloseimas, com todos os personagens do reino dos doces dançando para eles.
Clara começa a se sentir sonolenta até adormecer de novo. Na manhã seguinte, quando seus pais acordam, encontram Clara dormindo embaixo da árvore, abraçada ao quebra-nozes. Quando acorda, sabe que seu presente de Natal foi uma linda viagem, em forma de sonho, e que sonho!!!
(com algumas interpretações bastante peculiares pela Companhia, mas que acompanharam perfeitamente a trama original)
(...)
Tinha decidido não comentar, mas aí vai... o público daqui, certo que não em sua totalidade, não responde de forma adequada a esse tipo de espetáculo. Até perdoaria se não existisse nos dias de hoje a rede mundial de computadores, onde se pode ter ao menos noções sobre qualquer assunto, e, considerando o preço do ingresso, com certeza, todas aquelas pessoas possuem de uma forma ou de outra acesso à internet. Então, se não conheciam a história, poderiam ao menos terem a curiosidade e pesquisar, e não ficarem assim, digamos, tão perdidos...Além de ser, é claro, muito mais interessante entender aquilo que o(s) balairino(s) querem expressar com seus movimentos. Essas pessoas têm dinheiro, mas, infelizmente, são aculturadas, e porque simplesmente não se interessam em aprender. ...
E assim tivemos alguns aplausos fora de hora, o que poderia desconcentrar os artistas, saída entre um ato e outro, por pensarem que acabara a apresentação, e o pior, eu acho, na ânsia de sairem antes de todo mundo, deram as costas aos bailarinos, antes que as cortinas se fechassem e estes recebessem os merecidos aplausos, para enfim saírem de cena. Estes que saíram antes dos demais, subiram a rampa lateral de entrada da Villa-Lobos e ficaram alí "entalados", de cara pra porta fechada, não sabendo que a saída era ao lado, e que se abre em seu devido momento.
Bem feito!!!

