segunda-feira, 4 de maio de 2009

Uma colcha de retalhos no varal



Depois de uns tempos sem o sinal da internet (por pura preguiça de ir atrás!), enfim, voltei a tê-lo aqui em casa. No meu novo trabalho, não se permite acesso a esse tipo de programa, então..., não teve jeito mesmo!
Aos poucos estou voltando àquela rotina feijão com arroz que me deixa até um pouco mais a vontade comigo mesma. Queria acrescentar algo novo, tipo academia, mas tá difícil! Saio do trabalho e corro prá casa (120 km/h, quando dá!), tomo aquele banho quentinho e corro pra televisão...
Isso me relaxa, paca, mas precisava realmente fazer uma atividade física. Meu irmão diz que é só começar, que a gente se acostuma, e com o tempo acaba sentindo falta, se parar.
Tem uma psicóloga bem legal aqui em Taguatinga, dessas que tem uma linha terapêutica bastante holística. Talvez eu vá lá pra conferir. Sei lá, é sempre bom ter alguém para escutar a gente e de repente até dar aquele empurranzinho de incentivo.
Estava tentando dar conta de tudo o que precisava fazer (...e aos poucos estou conseguindo, uffa!), mas acabei por colocar em segundo plano coisinhas supérfluas desse tipo, é claro...como meu diário eletrônico!
(...)
Acho que estou feliz em voltar a escrever...
(...)
E nessa conversa comigo mesma, dentro ou fora deste espaço, vou costurando meus pequenos retalhos, (re)criando meu eu e um referencial de ego, meio que sem nexos, é claro, para quem vê de fora, mas uma espécie de porto seguro para minha alma. Assim, como um trabalho de patchwork, com padrões que se repetem, às vezes complexos, outros simples e previsíveis e, fundamentalmente despretensiosos, eu sou assim...

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