
Parte I ... de mais um infinito particular
Recentemente , dias 5 e 6, participei de um curso promovido pela ESMPU que tratava da arte de viver em paz e a arte de viver o conflito. Muito bom, apesar das instalações não serem lá muito boas: era perto de um fogão a lenha usado para preparar o chá e o café do lanche, e que por vezes acabava por encher a sala onde estávamos de fumaça. Apesar disso, o lugar, na Granja do Ipê, é lindo (atualmente está sendo usado de uma forma humanitária, abrigando crianças em situação de proteção especial - vítimas de abusos os mais variados, ou ainda, de abandono), e possuia também uma cachoeira de proporções consideráveis (olha só!... nem lembrei de perguntar qual era o nome daquele córrego).
Ainda temos um segundo módulo, mas acho que não será mais lá. Tudo indica que a Escola acatará nossas sugestões de promoção do evento aqui mesmo no Plano, o que torna tudo mais prático, com relação à alimentação e trânsito.
O mais importante está referenciado ao tema. Tivemos bastante exercícios cujo objetivo maior ao meu ver era sair do piloto automático e entrar numa espécie de consciência do eu e do outro, num processo de empatia, e como último exercício, a sensibilização e integração com a natureza. Foi realmente muito bom. E espero, sinceramente, poder continuar no meu dia-a-dia nesta busca desse eu, meu ser essencial, e que sei o quanto precisa ser melhorado.
(...)
Tinha gente de todo tipo, alguns mais limitados que outros, isso era fato quando se ouvia suas idéias, mas todos igualmente felizes ou infelizes e com um desejo semelhante.... de tornarem-se pessoas melhores.

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