
Ulalá, descobri que o tipo de homem que eu gosto tem nome, ou melhor, se encaixa num grupo específico e com características bem definidas. São os neossexuais.
E parece que não sou a única... Pena não fazerem parte da minha geração! Com exceção do meu irmão e outros poucos, a grande maioria dos caras da minha geração são uns idiotas egoístas e machistas, do tipo mala sem alça e daquelas bem pesadas.
O neossexual, preferência minha e de grande parte da mulherada na última década, é romântico, sem ser inconseqüente ou ingênuo e sensível sem ser piegas demais. Se preocupa com a aparência, tendo um estilo elegante que beira o clássico, mas sem extravagâncias. É pontual, tem consideração por você, não é dissimulado, e quando diz que vai ligar, liga. Portanto, desconhece, ou o que é mais provável, não dá importância àquelas regrinhas idiotas espalhadas pela mídia ou publicadas em revistas masculinas de como “pegar mulher” próprias dos “habitantes de Marte”.
Vêem em nós muito além de nossa aparência e não nos acham complicadas, muito menos seres de outro planeta, mas mais sensíveis e emocionais do que eles. Procuram antes nos entender, não nos rejeitam. Amam a mãe, os filhos e todo o resto da família, tratando cada um com muito carinho, ao tempo que respeitam suas diferenças, sem cobranças nem rejeições, numa filosofia baseada em tolerância. Sem constrangimentos, abrem a porta e deixam fluir todo o amor, fortalecendo os vínculos, e mostrando claramente que são também muito amados por eles.
Buscam a excelência tanto quanto você em termos de envolvimento emocional na relação e se entregam certos de que os resultados daí obtidos serão bem maiores do que se buscassem apenas o “todo” em seu plano físico.
Não tentam parecer mais inteligente que você, com medo de perderem o controle da situação e se sentirem inseguros. Admiram o seu sucesso e por vezes até te incentivam, apoiando e vibrando com suas pequenas conquistas, sem se sentirem perdedores ou diminuídos.
São, também, centrados em seus próprios objetivos, disciplinados, e mesmo que não gostem de fazer aquilo para o qual se proporam no momento, agem sempre com responsabilidade e dedicação.
Não são machões nem tentam ser durões, e assim mais sensíveis, companheiros e com atitudes éticas, mais do que politicamente corretas, vão conquistando cada vez mais nossos corações, e de uma forma sem precedente na história da humanidade.
Na minha opinião tanto nós quanto eles só temos a ganhar com esse novo homem.
A propósito, Leonardo Boff, considerado um dos maiores filósofos brasileiros, já havia traçado, ainda que por sugestão, esse modelo ideal de busca da plenitude de ser.
Que sejam bem vindos!
E parece que não sou a única... Pena não fazerem parte da minha geração! Com exceção do meu irmão e outros poucos, a grande maioria dos caras da minha geração são uns idiotas egoístas e machistas, do tipo mala sem alça e daquelas bem pesadas.
O neossexual, preferência minha e de grande parte da mulherada na última década, é romântico, sem ser inconseqüente ou ingênuo e sensível sem ser piegas demais. Se preocupa com a aparência, tendo um estilo elegante que beira o clássico, mas sem extravagâncias. É pontual, tem consideração por você, não é dissimulado, e quando diz que vai ligar, liga. Portanto, desconhece, ou o que é mais provável, não dá importância àquelas regrinhas idiotas espalhadas pela mídia ou publicadas em revistas masculinas de como “pegar mulher” próprias dos “habitantes de Marte”.
Vêem em nós muito além de nossa aparência e não nos acham complicadas, muito menos seres de outro planeta, mas mais sensíveis e emocionais do que eles. Procuram antes nos entender, não nos rejeitam. Amam a mãe, os filhos e todo o resto da família, tratando cada um com muito carinho, ao tempo que respeitam suas diferenças, sem cobranças nem rejeições, numa filosofia baseada em tolerância. Sem constrangimentos, abrem a porta e deixam fluir todo o amor, fortalecendo os vínculos, e mostrando claramente que são também muito amados por eles.
Buscam a excelência tanto quanto você em termos de envolvimento emocional na relação e se entregam certos de que os resultados daí obtidos serão bem maiores do que se buscassem apenas o “todo” em seu plano físico.
Não tentam parecer mais inteligente que você, com medo de perderem o controle da situação e se sentirem inseguros. Admiram o seu sucesso e por vezes até te incentivam, apoiando e vibrando com suas pequenas conquistas, sem se sentirem perdedores ou diminuídos.
São, também, centrados em seus próprios objetivos, disciplinados, e mesmo que não gostem de fazer aquilo para o qual se proporam no momento, agem sempre com responsabilidade e dedicação.
Não são machões nem tentam ser durões, e assim mais sensíveis, companheiros e com atitudes éticas, mais do que politicamente corretas, vão conquistando cada vez mais nossos corações, e de uma forma sem precedente na história da humanidade.
Na minha opinião tanto nós quanto eles só temos a ganhar com esse novo homem.
A propósito, Leonardo Boff, considerado um dos maiores filósofos brasileiros, já havia traçado, ainda que por sugestão, esse modelo ideal de busca da plenitude de ser.
Que sejam bem vindos!

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